Planejamento: Sexta-feira é dia de pensar no futuro.

Fotografia: Conceição Moraes

Trabalhe de segunda à quinta para sobreviver no acirrado mercado onde você está hoje. O resultado do trabalho empregado na sexta-feira será usufruído no futuro. Um dos primeiros conselhos dados aqui foi: “Preferencialmente tenha o dinheiro para iniciar o negócio”. A melhor maneira de ter o dinheiro é guardando-o.

Neste caso fica uma observação: O funcionário de uma empresa sabe o dia em que o salário será creditado em sua conta bem como o valor aproximado do salário. Se mesmo assim o funcionário gastar mais do que ganha, pagar o valor mínimo do cartão de crédito e incorporar o limite do cheque especial no salário, ele não deve tentar iniciar um negócio próprio. Se não sabe administrar a vida pessoal o que lhe faz pensar que terá sucesso em um empreendimento?

 É preciso desenvolver um comportamento de controle financeiro pessoal e criar o hábito de poupar para investir. Por mais que no início da carreira profissional não seja possível guardar grandes quantias, à medida que os anos forem passando estes valores vão aumentando e o hábito já estará incorporado.

Pensar no futuro também pode ser encarado como indispensável quando se planeja uma velhice tranquila. Não sabemos o destino da previdência social se levarmos em conta que em alguns anos teremos muito mais pessoas recebendo aposentadoria que mão de obra contribuindo para o INSS. No outro lado da mesma moeda está o empreendedor, que tem uma estimativa de faturamento do mês e acredita que seus clientes vão pagar pelas compras ou pelo serviço no vencimento. Isto pode não se concretizar. Todavia ele sabe quais são as contas que deve pagar e quando elas vencem. Logo o empreendedor precisa gerir as finanças e tomar decisões de forma consciente.

Assim como o funcionário deve trabalhar hoje pensando em um investimento futuro o empreendedor do pequeno negócio também deve destinar uma quantia do lucro para a gestão do negócio no futuro. Afinal não se sabe como o mercado estará dentro de alguns anos, a necessidade de novas tecnologias, as possíveis mudanças na legislação ou a entrada de grandes concorrentes.

Controlar os gastos, planejar o futuro e poupar. Um pouco de arrojo no investimento e conservadorismo na gestão financeira podem ajudar. Certamente um dia o “você de 65 anos” agradecerá ao “você de hoje”.

Por Prof. Murara

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